Busca do urânio perdido

by

Claudio humberto
Tribuna do norte 

O superintendente da Indústrias Nucleares do Brasil, José Carlos Castro, chegou da Alemanha, em mais um périplo atrás do “cano” de US$ 62 milhões da multinacional falida Nuexco, para a qual a INB transferiu, em 1994, seis lotes de urânio, hoje com a alemã Siemens. Diz apenas que a suprema corte alemã “atendeu ao nosso pleito”. O gasto com advogados e viagens já ultrapassou os R$10 milhões.

Encrenca atômica

Além do “rombo”, o negócio com a Nuexco foi ilegal, sem autorização presidencial para exportar reserva estratégica e pagamento de imposto.

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Uma resposta to “Busca do urânio perdido”

  1. roberto machado Says:

    ROBERTO MACHADO É O ÚNICO ANISTIADO POLITICO IMPEDIDO DE SERVIR O PAÍS – Perseguido por combater e denunciar corrupção, gastos excessivos, nepotismo, falsidade ideológica em documentos públicos, transporte de material radioativo contrariando leis e normas de segurança, ocorridas no setor nuclear, bem como ter participado de greves em plena ditadura militar, Roberto Machado obteve a anistia política concedida pela Comissão de Anistia, portaria nº 1942 do Ministério da Justiça, e por decisão do Poder Judiciário finalizada no Supremo Tribunal Federal com base nos princípios de moralidade, impessoalidade e publicidade(art.37 da Constituição Federal).

    Reintegrado à Indústrias Nucleares do Brasil-INB(ex-Nuclebrás) no ínicio do governo FHC por força de mandado judicial e sendo tratado como delinquente pela direção da empresa, enfrentrou discriminação, humilhações e constrangimentos. Fatos encaminhados para o conhecimento do presidente Fernando Henrique Cardoso e não apurados pelo então ministro Eduardo Jorge Caldas Pereira sob alegação de ser o servidor “criador de caso”, quando na realidade essa sua justificativa descabida e desrespeitosa era proteger o amigo e presidente da empresa Roberto Nogueira da Franca, responsável pelas práticas fascistas cometidos contra Machado e que infringiam os direitos humanos.

    Porém o que culminou com a série de represálias e a montagem da farsa para desmoralizar Machado, é ele ser signatário do processo 960013879-6, contestando a “transação” de urânio brasileiro no valor de 62 milhões de dólares efetivada por Roberto Nogueira da Franca entre a INB e a fálida empresa estrangeira Nuexco, ação tramitando há mais de 15 anos na 15ª VFRJ, que sem solução continua acumulando prejuízos aos cofres públicos(contratação de advogados no Brasil e Exterior, constantes viagens internacionais de dirigentes, diárias em eurodólares).

    Considerado persona-non-grata no governo FHC e impossibilitado de exercer suas atividades profissionais, Machado viu-se obrigado a ingressar no mercado informal de trabalho, face as informações inverídicas e levianas prestadas pela direção da INB, como também a ausência de interesse das autoridades do Poder Executivo, em reabrir o caso, apurar a verdade e corrigir a injustiça cometida. Existe farta documentação e o testemunho de servidores da empresa, comprovando os métodos nazifacistas adotados por ordem de Roberto Nogueira da Franca contra o servidor que cumpria o dever e o estabelecido na Constituição Federal do Brasil.

    Roberto Machado, 67 anos, é administrador, pertenceu a Juventude Operária Católica-JOC, participou da resistência do Calabouço em 1968(cursava o Instituto Cooperativo de Ensino), movimentos contra a ditadura, redemocratização, diretas já, impeachment do presidente Collor e ficha-limpa.

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