JBS não cumpre tarefa do Pacto de Erradicação do Trabalho Escravo

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08/02/2010

Trabalho escravo – Confira signatários que não preencheram questionário

Comitê divulga lista dos signatários que não responderam questões de monitoramento. Descumprimento da obrigação pode acarretar na suspensão da empresa ou organização social do compromisso de combate à escravidão
Por Comitê de Coordenação e Monitoramento do Pacto Nacional
Encerrado o prazo de envio de respostas às questões da Plataforma Digital de Apoio e Monitoramento, o Comitê de Coordenação e Monitoramento do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo divulga a lista de empresas, associações e entidades signatárias que não cumpriram a tarefa acordada. O preenchimento do questionário online é obrigatório para a continuidade do compromisso pelo combate à escravidão. De acordo com avaliação preliminar, a maior parte das grandes empresas atenderam ao monitoramento e preencheram a plataforma. Elas possuem influência de peso em diversas cadeias produtivas abrangidas pelo acordo. 
Os nomes dos que não cumpriram o preenchimento estão divididos em dois grupos: empresas (Grupo 1) e em organizações não-governamentais (ONGs), associações setoriais e representações sindicais e religiosas (Grupo 2).

O descumprimento das exigências ainda não acarretou na suspensão do Pacto Nacional, mas os responsáveis pelas empresas e organizações listadas abaixo que ainda queiram prosseguir como participantes do compromisso precisam entrar em contato, urgentemente, com o Instituto Observatório Social (IOS), por meio do e-mail: pactote@os.org.br.
Grupo 1
ABOI – Consultoria
Advocacia Grassi
Agência Sherlock Holmes Investigações
Aisha Consultoria
Ampla Energia e Serviços S/A
Apex Brasil
APOENA Economia e Finanças e Empresas Sociais
ARAM Cursos e Planejamento
Arantes Alimentos Ltda
Arizona – Gráfica
Arno S/A
Benagri Agrícola Ltda.
Benalcool Açúcar e Álcool S/A
BT Consultoria
BTE – Brasil Transportes Executivos
Canaã Alimentos Ltda
Caramuru Alimentos Ltda
Chemtech – Software para empresas Petroquímicas e de Papel e Celulose
CHESF – Cia. Hidroelétrica do São Francisco
Civitas – Consultoria
Coelce companhia de energia eletrica do Ceara
Coimex – Cia. Importadora e Exportadora
Comércio de Carnes Tiroleza Ltda
Comgás
Conexão Social Organização e Gestão Empresarial
CONSULTE – Consultoria e Assessoria em Relações Governamentais Ltda
Cormeq Agropecuária e Comércio Ltda
Dindinhos Turismo
E2 Educação e Eventos
Ecos Bio – Engenharia e Estudos Ambientais
Editora Montag Ltda
Editora Panorama Ltda – ME
Ekobé Educação e Consultoria
Fazenda São Luiz
FENAE – Corretora de Seguros
Folha do Taquaral
Freeway Brasil
Frical Frigorífico Ltda
Frigorífico JBS-Friboi S/A
Frigorífico Frimat
Frigorífico Silva Indústria e Comércio
Frigorífico Vale do Guaporé S.A.
Frigorífico Vangélio Mondelli Ltda.
Gabarito de Marketing Editorial
Imobiliária Estrella
Interativa Informática Ltda
Intercade – Centro Internacional
JA Narciso Brindes ME
José Ruy
Juína Frigorífico Ltda
Lamir – Laboratórios de Minérios e Rochas
Midiavix Comunicação Ltda
Nassan Engenharia Ltda
Navi Carnes Indústria e Comércio Ltda.
News Empreendimentos e Construções Ltda
Newswire Comunicação Ltda.
Nova Carne Ind. De Alimentos
Nutrimental
Odontoprev SA
PATRI – Relações Governamentais e Políticas Públicas
PPP Associados Ltda
Projel Engenharia Especializada Ltda
PROVIDER ltda – Tecnologia da Informática
Repsol YPF Distribuidora S/A
Resgate Treinamento Ltda
Rodopa Exportação de Alimentos e Logística Ltda
Rodovias das Colinas
Roseservice
Siderúrgica Ibérica S/A
Sistema Nova Mensagem de Comunicação
SSB – Selos de Segurança do Brasil Ltda
Statoil do Brasil Ltda
Susa Ind. Ltda
Synergia Consultoria Urbana e Social
Tabelionato Fischer
Techint S/A
Texaco Brasil Ltda
Ticket Serviços S/A
TN Projetos Sociais
Translogistics Consultoria
Tribal
Unimed
Unisuam
Vale Grande Ind. e Com. de Alimentos Ltda
Vandilson Joaquim de Souza – Comércio de Material Esportivo
Wessel Culinária e Carnes Ltda.
Winsdata Sistemas de Inf. e Automação
WTG – Promotora de Vendas Ltda

Grupo 2
AAMAE – Apoio à mulher, criança e ao adolescente
ABCRED – Associação Brasileira dos Dirigentes de Entidades Gestoras e Operadoras de Microcrédito, Crédito Popular Solidário e Entidades Similares
Ação Local Ladeira da Memória
Agência Repórter Social
Assessoria Educacional Recanto do Saber
Associação Brasileira De Preservadores De Madeira
Associação Pestalozziana do Conhecimento
Catholic Relief Service
CIVES – Associação Brasileira de Empresários pela Cidadania
Federação das Indústrias do Paraná
Federação das Indústrias do Rio de Janeiro
Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Bahia (Fetag-BA)
FUNAP – Fundação “Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel” de Amparo ao Preso
Fundacentro – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina
Iandê – Inovação e Desenvolvimento Sustentável
IBGS – Inst. Brasil. De Gestão Sustentável
IMPA – C&T
Instituto Akatu pelo consumo Consciente
Instituto Controle Público
Instituto Museu da Pessoa
Instituto Neo Pesquisa e Desenvolvimento
Instituto Polis
LATEC Desenvolvimento para a Sustentabilidade / Universidade Federal Fluminense
Movimento Humanos Direitos
Mundo Azul
Pólo Sindical da Chapada
Ponto de Leitura Vila Mara
Projeto Social Las Hermanas
SIMPI – Sindicato das Micro e Pequena Indústrias
Sindicato dos Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais (STTR) de Abaíra
Sindicato dos Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais (STTR) de Lajedinho – Bahia
Sinditêxtil – SP
SINDIVEST -Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vestuário da Baixada Santista
União Sul-Americana de Ensino Superior

Comitê de Coordenação e Monitoramento do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo
Organização Internacional do Trabalho
Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social
Observatório Social
ONG Repórter Brasil

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2 Respostas to “JBS não cumpre tarefa do Pacto de Erradicação do Trabalho Escravo”

  1. SOS DIREITOS HUMANOS Says:

    DENÚNCIA: CONSPIRAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA: “ANEEL” AJUDA AS CONCESSIONÁRIAS A ENRIQUEREM ÀS CUSTAS DOS CONSUMIDORES.

    No ano de 2009 as concessionárias de energia elétrica confessaram na mídia o “engano” no cálculo das tarifas, ou seja, que ESTÃO COBRANDO A MAIOR do consumidor brasileiro desde o ano de 2002, com o respaldo de uma “metodologia de cálculo” produzida pela “ANEEL” (que deveria fiscalizar as concessionárias). Este “erro” que enriquece as concessionárias enquanto lesa o consumidor, foi comprovado pelo TCU em Pernambuco bem como pela CPI das Tarifas no mesmo ano.

    Até agora, infelizmente ninguém foi preso, isto mesmo, porque se fosse um consumidor que estivesse fazendo um “gato” na energia elétrica, a concessionária já teria chegado à sua residência com um policial, um engenheiro com equipamento fotográfico, e o arrastaria preso em flagrante por furto de energia, mas neste caso quem faz o “gato” são as concessionárias nas contas de energia dos consumidores, escudadas pela “ANEEL” e pela palavra “erro” e por isto acham que estão fora do alcance da “longa manus” da Justiça.

    Para agravar a lesão causada ao consumidor, a “ANEEL” em fevereiro de 2010 informou pela mídia que “corrigiu o erro na tarifa de energia elétrica”, mas que esta correção não será obrigatória para as concessionárias, ou seja, se quiserem continuarão a cobrar como vêm cobrando (à maior).

    A SOS DIREITOS HUMANOS já antecipando que o consumidor não seria indenizado pelas concessionárias uma vez que têm o apoio incondicional da “ANEEL”, protocolou no dia 04 de novembro de 2009, no Fórum Clóvis Beviláquoa, em Fortaleza – Ceará, (distribuída para a 23ª Vara Cível), a PRIMEIRA AÇÃO CIVIL COLETIVA NO BRASIL requerendo a REPETIÇÃO EM DOBRO DO INDÉBITO, ou seja, dos valores pagos à maior pelos consumidores de energia elétrica, em todo o Ceará, bem como, que a COELCE seja obrigada a corrigir o erro e, aplicar nas contas vincendas de energia elétrica, os índices corretos, sob pena de pagamento diário de multa no valor de R$100.000,00.

    O consumidor pessoa física ou jurídica, que quiser habilitar na ação deverá entrar em contato com a SOS DIREITOS HUMANOS pelo email: sosdireitoshumanos@ig.com.br ou pelo celular: (85) 8613.1197.

    Dr. Otoniel Ajala Dourado
    Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
    OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
    Membro da CDAA da OAB/CE
    http://www.sosdireitoshumanos.org.br
    sosdireitoshumanos@ig.com.br

    OBS: Participe da CORRENTE DO BEM, repasse esta informação para o próximo consumidor.

  2. SOS DIREITOS HUMANOS Says:

    DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA…

    “As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
    têm direito inalienável à Verdade, Memória,
    História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado

    O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

    No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi o MASSACRE praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato “JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA”, paraibano de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.

    O CRIME DE LESA HUMANIDADE

    O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.

    A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

    Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, por isto a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza – CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos

    A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO

    A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.

    AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5

    A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;

    A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA

    A SOS DIREITOS HUMANOS, igualmente aos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA

    A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes do “GEOPARK ARARIPE” mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?

    A COMISSÃO DA VERDADE

    A SOS DIREITOS HUMANOS busca apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, e que o internauta divulgue a notícia em seu blog/site, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    Paz e Solidariedade,

    Dr. Otoniel Ajala Dourado
    OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
    Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
    Membro da CDAA da OAB/CE
    http://www.sosdireitoshumanos.org.br
    sosdireitoshumanos@ig.com.br

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